Sorriso lança residencial de 2.008 casas em área de 875 mil m² às margens da MT-242

Residencial Santo Ângelo terá 998 moradias na primeira fase, com terrenos a partir de 160 m² e 43,85 m² de área construída

Sorriso lança residencial de 2.008 casas em área de 875 mil m² às margens da MT-242
Solenidade de lançamento do Residencial Santo Ângelo, no plenário da Câmara Municipal de Sorriso — Câmara Municipal de Sorriso

O Residencial Santo Ângelo foi lançado oficialmente na manhã de quarta-feira (26), em solenidade realizada no plenário da Câmara Municipal de Sorriso. O empreendimento prevê 2.008 moradias, sendo 998 na primeira fase.

Conforme as publicações oficiais da Prefeitura e da Câmara, a área tem mais de 875 mil metros quadrados, próxima à MT-242, na saída para Nova Ubiratã. Cada casa terá terreno a partir de 160 m² e 43,85 m² de área construída, com dois dormitórios, sala, cozinha, banheiro, área de serviço coberta, laje, piso cerâmico, quintal e vaga para veículo — unidades individuais, não geminadas.

Arranjo entre quatro entes

Segundo a Câmara Municipal, as unidades são destinadas às faixas 1 e 2 do programa Minha Casa, Minha Vida, em arranjo que envolve o Governo Federal (MCMV/FGTS, Ministério das Cidades), a Caixa Econômica Federal, o Governo de Mato Grosso (programa Ser Família Habitação, via MTPar) e a Prefeitura de Sorriso. A comercialização é feita pela Pacaembu Construtora, na avenida dos Imigrantes, 2.454, Centro.

Participaram da solenidade o prefeito em exercício Rodrigo Matterazzi, o prefeito licenciado Alei Fernandes, o secretário da Cidade Jan Assad Lahham, o diretor do Departamento de Habitação Júnior Betanin e o presidente da Câmara em exercício, vereador Emerson Farias.

Em declaração registrada pela Câmara Municipal, Emerson Farias afirmou: “Sorriso é uma cidade que cresce, gera empregos e atrai novas famílias todos os dias…O Residencial Santo Ângelo representa um avanço importante nesse sentido, porque são mais de duas mil famílias que poderão realizar o sonho da casa própria.”

O que as fontes oficiais não informaram

Nenhuma das duas publicações traz o valor global do empreendimento, a faixa de preço das unidades ou a renda exigida dos compradores, o prazo de obra e o cronograma de entrega, o número da matrícula ou do loteamento aprovado, o nome do proprietário da gleba, a lei ou o decreto municipal que aprovou o loteamento, quantas fases existem além da primeira e o valor de eventual contrapartida da Prefeitura.

Com informações de: Câmara Municipal de Sorriso e Prefeitura Municipal de Sorriso (publicações oficiais de 26/08/2026).