Os professores da rede municipal de Rondonópolis podem solicitar a remoção ordinária desde 1º de outubro e terão 30 dias para apresentar o pedido à Secretaria Municipal de Educação, segundo a Prefeitura de Rondonópolis, em material divulgado pela Primeira Hora em 1º de outubro e pela Folha Estado em 2 de outubro. A listagem oficial de notícias do site da Prefeitura registra a publicação do anúncio em 1º de outubro.
Conforme o material divulgado pelos dois veículos, começou naquela quinta-feira, 1º de outubro, o prazo para os professores do Município solicitarem a chamada remoção ordinária. Segundo a Prefeitura, a Secretaria Municipal de Educação vai avaliar a possibilidade de o professor desempenhar suas atividades em outra unidade já no ano que vem.
Ainda segundo a Prefeitura, o processo de remoção dos servidores da educação está organizado e oficializado na Instrução Normativa 03/2025. Conforme a instrução normativa citada pela Prefeitura, a solicitação da remoção deve ser feita presencialmente, diretamente no departamento de recursos humanos da Educação, que funciona no prédio da Prefeitura. É no mesmo local que o pedido deve ser protocolado.
O material divulgado pelos dois veículos informa que, em caso de desistência da remoção, o pedido precisa ser formalizado até o dia 14 de novembro. A desistência deve seguir formulário padrão disponibilizado pela Semed e ser protocolada obrigatoriamente no balcão de atendimento do RH da Educação.
Durante todo o mês de outubro, prazo de solicitação da remoção, a Secretaria de Educação ressalta que não será aceito nenhum pedido de remoção extraordinária, conforme o texto divulgado pelos dois veículos. A Prefeitura registra também que é importante que o servidor esteja seguro de sua decisão sobre a remoção, porque, após o deferimento da remoção ordinária, o pedido não poderá ser cancelado. O material não traz nenhuma fala atribuída nominalmente a secretário, diretor ou professor: tudo está em voz institucional da Secretaria.
Há pontos que a fonte não esclarece. O material divulgado não informa a data exata de encerramento do prazo: fala em 30 dias a partir de 1º de outubro e, em outro trecho, em todo o mês de outubro, sem que os dois períodos coincidam necessariamente. Também não informa o horário de atendimento do balcão do RH da Educação, o endereço do prédio da Prefeitura, telefone, e-mail ou canal on-line alternativo para o pedido. Não diz se existe formulário padrão para a solicitação, já que o formulário padrão mencionado é o da desistência, nem informa quantas vagas, quantas unidades ou quais escolas estão disponíveis para remoção, nem quantos professores estão aptos a pedir. Não há informação sobre quando sai o resultado do deferimento, se há prazo de recurso ou o que acontece com o professor cujo pedido for indeferido. A fonte também não diz onde consultar a Instrução Normativa 03/2025, sem trazer link ou número de Diário Oficial, e o Registro do Dia não localizou a norma em fonte oficial do Município até a publicação desta matéria. O material fala em prazo para professores, mas, ao citar a Instrução Normativa 03/2025, refere-se ao processo de remoção dos servidores da educação em geral, sem esclarecer se o prazo aberto em 1º de outubro alcança outros cargos da área.
Serviço: o prazo para pedir a remoção ordinária começou em 1º de outubro de 2026, uma quinta-feira, e é de 30 dias, conforme a fonte. O pedido é presencial, no departamento de recursos humanos da Secretaria Municipal de Educação, no prédio da Prefeitura, onde também é feito o protocolo. Durante o mês de outubro não será aceito pedido de remoção extraordinária. A desistência vai até 14 de novembro, em formulário padrão da Semed, protocolada no balcão de atendimento do RH da Educação. Horário de atendimento, endereço completo e telefone não foram informados pela fonte.
O Registro do Dia noticiou em 30 de setembro que a Prefeitura de Rondonópolis enviou à Câmara Municipal a proposta de orçamento de R$ 3,2 bilhões para 2027 (leia aqui).
Com informações da Prefeitura de Rondonópolis, publicadas pela Primeira Hora e pela Folha Estado.
