O plenário da Câmara Municipal de Sorriso aprovou o Requerimento 128/26, que solicita ao Poder Executivo informações detalhadas sobre as providências adotadas e planejadas para apurar denúncias de queima irregular de resíduos na área municipal destinada ao recebimento e à disposição de lixo e entulhos — conhecida popularmente como lixão municipal.
O requerimento é assinado por quatro parlamentares: Prof.ª Silvana (MDB), Gringo do Barreiro (PL), Adir Cunico (Novo) e Diogo Kriguer (PSDB).
A vereadora Prof.ª Silvana, primeira autora, justificou: “Apresentamos esse requerimento porque as denúncias de fogo e fumaça na área municipal têm provocado preocupação entre moradores e levantam questionamentos sobre a regularidade ambiental da operação, além dos possíveis impactos sobre a qualidade do ar e a saúde da população”.
O que os vereadores querem saber
O documento pede que o Executivo informe quando a administração tomou conhecimento das ocorrências, quais as causas, em que datas ocorreram, com que frequência e quem são os responsáveis pelas queimadas.
Solicita ainda cópias de vistorias, laudos, relatórios, autos de infração e investigações, além de informações sobre os tipos de resíduos recebidos na área, a destinação final adotada, o monitoramento ambiental existente e os riscos à saúde da população.
O requerimento foi endereçado à Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente e à Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Saneamento.
Sem placar registrado
A publicação da Câmara informa apenas que o plenário “aprovou” o requerimento, sem registrar a fórmula de votação — não há menção a unanimidade nem placar numérico. Esta reportagem não apresenta resultado de votação porque não localizou a ata correspondente da sessão.
O que não foi informado
A fonte não diz quando ocorreram as queimadas denunciadas nem quantas denúncias existem. Também não informa o prazo legal para que o Executivo responda ao requerimento.
Não há, no material, nenhuma manifestação da Prefeitura de Sorriso — o outro lado não foi ouvido. Não se menciona apuração da Secretaria de Estado de Meio Ambiente ou do Ministério Público, nem se algum auto de infração já foi lavrado, tampouco se a área opera com licença ambiental vigente.
Registre-se, para precisão: nesta fase, a existência e a extensão das queimadas constituem denúncia relatada por vereadores, e não fato apurado por órgão de controle. Esta reportagem procurará a Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente e será atualizada com a resposta do Executivo.
Com informações de: Câmara Municipal de Sorriso (portal oficial de notícias).
