Sorriso registra 32 casos de chikungunya de janeiro a outubro, contra 3.414 em 2025

Secretaria de Saúde pede eliminação de criadouros com o início do período chuvoso

Mosquito Aedes aegypti pousado na pele humana
Imagem ilustrativa. Foto: Departamento de Agricultura dos EUA/Wikimedia Commons (domínio público)

Sorriso registrou 32 casos positivos de chikungunya entre 1º de janeiro e 31 de outubro de 2026, contra 3.414 durante o ano de 2025, informou a Prefeitura. A nota fala em queda de 98%. Pelo cálculo do Registro do Dia com os números da própria nota, a redução é de cerca de 99%, e a comparação põe o ano de 2025 ao lado de dez meses de 2026.

“Essa queda é muito bem-vinda. Resultado de um trabalho bem feito pela nossa equipe da Vigilância em Saúde Ambiental e do empenho da população”, disse o secretário de Saúde, Vanio Jordani.

Com o início do período chuvoso, a Secretaria reforça o alerta para eliminar criadouros do Aedes aegypti, vetor de dengue, chikungunya e zika. “No momento não temos pico de arboviroses, não há procura elevada e queremos manter dessa forma”, afirmou a coordenadora de Vigilância em Saúde Ambiental, Claudete Damasceno.

Visitas recusadas

Segundo a coordenadora, alguns proprietários de comércios considerados pontos estratégicos e moradores não recebem os agentes de combate às endemias. A equipe da Vigilância Ambiental aponta como principais problemas a água servida, vinda de esgoto doméstico ou empresarial, e a sujeira nas bocas de lobo.

A recomendação é separar dez minutos por semana para conferir o espaço onde se vive ou trabalha. Denúncias de criadouros podem ser feitas à Unidade Sentinela da Vigilância pelo (66) 99600-1462.

Com informações da Prefeitura de Sorriso.